TENDÊNCIA ZERO

JORNAL DESTINADO A DIFUSÃO DAS NOTICIAS SOBRE TECNOLOGIA, INFORMAÇÃO E EDUCAÇÃO. OS COLABORADORES DESDE SITE, SÃO ALUNOS DE JORNALISMO E PUBLICIDADE, POR ISSO PODE-SE ESPERAR MATERIAS COM UM SUTIL SABOR DE MALICIA E TENDENCIOSO AO EXTREMO... DIVIRTA-SE!!!

27 setembro 2006

Jornalismo digital móvel – a nova era da comunicação

Leandro Martinelli

Nunca se falou tanto em convergência como nos nossos dias. Essa palavra ganhou importância por conta de vários aspectos, um deles é a convergência tecnológica, a chamada tecnologia All-in-One ou aparelhos multifuncionais. A telefonia móvel vem se adaptando a essa nova era, deixando de ser apenas um mero telefone sem fio e ganhando diversas utilidades. Além de sua função primordial, os celulares são agendas, despertadores, calculadoras, máquinas fotográficas, gravadores etc. Recentemente, as empresas de jornalismo também perceberam a eficácia deste equipamento para a difusão de notícias.
Ter um celular hoje é coisa banal, mas não foi sempre assim. As linhas eram muito caras, porque raras, e o serviço era precário. A virada ocorreu devido à troca do sistema analógico pelo digital na década de 90, multiplicando a quantidade de linhas – por isso ficou também mais barato – e possibilitando a transmissão de dados e acesso a Internet. Era o que faltava para o celular se tornar também um terminal de informações jornalísticas em massa, se unindo ao rádio, à televisão, ao jornal e à Internet.
O grande divulgador da transmissão de dados pelo celular foi o SMS (Short Massage Service), o famoso “Torpedo”. Estima-se que, somente no ano de 2003, o tráfego de SMS alcançou sete bilhões de mensagens. Mas a revolução no celular foi mesmo a entrada da tecnologia MMS (Multimídia Massage, Service), que veio a possibilitar o envio de mensagens com imagens coloridas, textos e sons.
A rede de serviços encontrada atualmente no celular se deve a uma simbiose perfeita. A operadora oferece um pacote mais atrativo de serviços a seus clientes e as corporações difundem suas marcas, serviços e conteúdos, ou seja, possuem mais um ponto de venda.
A Folha de São Paulo, há seis anos, foi a primeira empresa de comunicação a lançar um serviço de notícias exclusivo para a telefonia móvel, a FolhaWAP, com tecnologia SMS. Dois anos depois, utilizando a MMS, lançou o Fotogol, com fotos de lances decisivos do Campeonato Brasileiro de Futebol. A Editora Abril também oferece o conteúdo de suas principais revistas em diversas operadoras no país. Geralmente, o usuário paga a assinatura para ter acesso ao conteúdo e a empresa paga a operadora por dados enviados.
Apesar dos avanços, o jornalismo digital móvel ainda está engatinhando. “As tecnologias disponíveis já abriram espaço para investimentos em telefonia celular, uma vez que esta é uma área que nenhum jornal deve ignorar, este é um mercado que está crescendo rápido e qualquer um com conteúdo, uma marca e uma base de consumidores deveria estar apto para capitalizar nele” – analisa o professor da Escola de Comunicação da USP, Paulo Henrique Ferreira.

TV DIGITAL: o sushi mais brasileiro

Fernanda Moraes e Gabriela Fernandes

Melhor resolução e novo formato da imagem, qualidade do som e uma estupenda dose de interatividade do telespectador. São estas algumas das características da TV digital, nova tecnologia que substituirá o padrão analógico até então utilizado no país.
Mas afinal, o que realmente essa tal de tv digital trará de novo? Em que a população brasileira, alimentada por doses diárias de programação televisiva – esse meio lucrativo de comunicação popular, quase indispensável nos mais diversos lares – se beneficiará com tal desenvolvimento? Será que conseguiremos chegar ao supra-sumo da aldeia global postulada por Marshall McLuhan?
Andiamos!
A televisão digital é um sistema de radiodifusão que transmitirá sinais digitais, em lugar dos atuais analógicos. No quesito recepção de sinais, é definida como uma tecnologia altamente eficiente, ao contrário do sistema anterior que perdia cerca de 50% dos pontos de resolução da imagem antes que esta chegasse em nossos lares. Assim, não será raro, e sim um fato, termos a íntegra do sinal transmitido pelas emissoras o que, por conseguinte, nos trará uma qualidade de imagem imune aos ruídos e livre dos chuviscos e fantasmas. Em relação ao som, a nova transmissão nos brindará com um áudio equivalente à qualidade empregada em um CD.
Apesar de todas estas mudanças, nenhuma tem sido tão apregoada e exaltada como a possibilidade total de interação que o sistema possibilita ao telespectador, que passará da simples passividade à ação total. Ele não só poderá – através de pequenos e simples cliques no (cibernético e multiuso) controle remoto – ter a tela de seu televisor dividida em várias janelas, cada uma com um tipo de programação como, e sobretudo, terá acesso à internet, comércio eletrônico, participará de jogos e enquetes entre outras mil modalidades quase sexuais de interação.
Ah! O modelo que o governo brasileiro optou para ser implantado em nosso país foi o empregado no Japão – o SDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial) –, levando em conta a possibilidade de transmissão em alta definição, mobilidade (transmissão de conteúdo para televisores instalados em um ônibus em movimento, por exemplo) e portabilidade (captação da imagem através de aparelhos menores, como celulares). Entre os concorrentes deste modelo estavam o ATSC (Advanced Television Systems Committee), adotado pelos EUA, Canadá, México e Coréia do Sul e o DVB-T (Digital Video Broadcast Terrestrial), adotado por países que já se decidiram em relação a que padrão seguir, em especial os países da Europa, Ásia, África e Oceania.
Para adentrar neste fantástico mundo digital teremos, é claro, que colocar a mão no bolso e com uma bagatela que varia de R$ 276,00 a R$ 760,00 poderemos comprar um Set-top-box, conversor (ou decodificador). Com ele poderemos assistir à TV digital em nosso meia-bomba receptor analógico. A qualidade observada será a mesma de um DVD, independente da transmissão ser em definição standard (SDTV) ou alta definição (HDTV). Se o consumidor preferir, ainda poderá adquirir uma televisão que já possua o conversor.
E se você é um daqueles que reluta às mudanças, principalmente as tecnológicas, eu diria que, infelizmente, elas são necessárias e nada mudará apesar de você fazer biquinho, bater o pé e virar a cara. Resgatarei, porém, suas esperanças e dar-lhe-ei uma oportunidade única de suspiro reconfortante: o telespectador que preferir poderá continuar com a transmissão da TV aberta da forma atual utilizando a sua TV analógica. E que McLuhan e sua aldeia global se instalem lá do outro lado do mundo!

Editorial: Tendência Zero

O Tendência Zero é um jornal eletrônico aperiódico desenvolvido por alunos do curso de comunicação social e voltado para aqueles que se interessam por temas relacionados à educação, informação, comportamento e tecnologia. Aqui, também traremos novas discussões e novos argumentos as questões pertinentes aos assuntos acima citados.
O nome faz alusão à estrutura binária, assim como a necessidade de não vincular a nenhuma outra “tendência” apresentada na mídia. “Zero”, também serve para quebrar com a idéia de edições, visto que o Tendência Zero é um jornal experimental, aperiódico, alternativo e eletrônico, logo, não há como ser serial.
Aqui você encontrará feitos por quem está na luta por um lugar ao sol, ou melhor, o disputadíssimo e tão cobiçado mercado de trabalho. Esperamos que você, leitor, possa se divertir, discutir, comentar e inclusive, dar a sua opinião, pois aqui você também terá direito de resposta. Agradecemos a atenção depositada neste espaço. Este é o Tendência Zero.

26 setembro 2006

Preparem-se para uma revolução. Apresento-lhes o Youtube

Ygor Helbourn

Sabe aquele vídeo de bandidos fazendo exigências enquanto um repórter da Globo e um operador de áudio estavam sequestrados? Lá tem. Sabe aquele vídeo da sua banda favorita tocando aquela música que você sempre quis ver e nunca encontrou? Lá tem. Sabe aquele vídeo daquele bêbado que ficou cantando e dançando em frente às câmeras? Lá tem. Na verdade lá tem tudo. Tudo mesmo. Nada escapa à perspicácia dos internautas. Depois de passar na televisão, basta esperar uns 15 minutinhos e procurar.
Fundado em fevereiro de 2005, o YouTube (que traduzido é algo como "o seu tubo") é um site hospedado nos Estados Unidos que dá a oportunidade dos internautas assistirem vídeos de curta duração (em média 12 minutos) sobre qualquer assunto. Ao entrar no site você se depara com alguns links que o direcionam para vídeos selecionados e um espaço para a busca de palavras relacionadas. Inclusive é a minha sugestão. Escreva uma palavra qualquer e clique em "search". Vídeos dos mais variados aparecerão e você poderá se entreter durante horas pelos links que aparecem na tela enquanto você assiste seu filme. A impressão é que a experiência é interminável.

Acessos diários já passam de 100 milhões

O criador Chad Hurley obviamente não esperava tamanho sucesso. Ele criou o site com o objetivo de divulgar vídeos de uma festa sem precisar lotar a caixa de e-mail dos seus amigos. Como tudo na internet, o boca a boca ajudou a divulgar a novidade, novos vídeos foram sendo adicionados e pronto, mais um fenômeno virtual estava criado.
O crescimento foi espantoso. Em apenas um ano e meio de vida, o site já contabiliza 100 milhões de vídeos assistidos por dia. São 65 mil adicionados diariamente e no fim das contas, 20 milhões de usuários acessando em um mês. De olho nesse imenso público as grandes corporações já tentam lançar o seu concorrente como o Google, que lançou o GoogleVideo, e a Microsoft, que promete lançar um site parecido em breve. Alguns grupos já tentaram também comprar o site, mas se depararam com o preço de mais de 100 milhões de dólares. Não que achem caro, mas já dá pra se ter uma idéia da força do novo conceito.

Tecnologia

A tecnologia usada pelo YouTube também facilita a vida do internauta. Os vídeos não são reproduzidos com imagem e som originais. O vídeo sofre uma redução de qualidade para que fique mais "leve", o que é um facilitador para o internauta, sempre ávido não só pelo conteúdo, mas principalmente pela velocidade do serviço.
A grande mídia também começa a demonstrar interesse em disponibilizar alguma parte do seu acervo na internet, como faz a Globo. No entanto, iniciativas como a do YouTube ainda não têm influência desses grandes grupos da televisão e acabam por mostrar o lado obscuro dos grandes conglomerados de mídia. Os vídeos mais populares são, em geral, os de erros na programação. Repórteres engasgando, olhando pras câmeras erradas, apresentadores mal-vestidos e até mesmo bêbados. A graça é achar o que a televisão não mostraria normalmente e com a popularização do YouTube as pessoas estão fazendo questão de gravar cada vez mais momentos da televisão aberta aleatoriamente, só com o objetivo de captar algo interessante e que possa ser exibido na internet.
Alguns especialistas dizem que esse tipo de iniciativa é o primeiro suspiro da televisão do futuro, onde o telespectador verá apenas o que quiser e teríamos então um grande salto de qualidade. Outros dizem que o salto será, na verdade, uma queda num precipício sem fim, onde qualquer um disponibilizará qualquer tipo de coisa sem o mínimo cuidado técnico. Há ainda um terceiro grupo que acha que o YouTube é efêmero e desaparecerá tão rápido quanto veio. Se alguma dessas opções é verdadeira não sabemos ainda, mas como o próprio site diz em sua página inicial, eles já estão "dando força pras pessoas se tornarem os diretores de programação do futuro".

19 setembro 2006

Governo Federal pretende acabar com exclusão digital no ensino público


Gabrielle Martins e Renata Onaindia
Fotos Pedro Pantoja

Um computador por aluno da rede pública de ensino. Essa é a pretensão do Governo Federal, que aguarda receber, a partir de novembro deste ano, os primeiros protótipos para testes e avaliação do notebook de US$100 para uso na educação. A ação interministerial envolve os ministérios da Educação (MEC)e da Ciência e Tecnologia (MCT), além de pesquisadores de institutos brasileiros.
Segundo José Aquino, assessor da Presidência da República que está acompanhando o projeto, os protótipos serão produzidos pela organização não-governamental One Laptop Per Child (Olpc – Um Computador Portátil por Criança), ligada ao Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos.

Viabilização do projeto depende de 5 milhões de pedidos

Mas para que o projeto seja colocado em prática, que nasceu da proposta feita ao governo brasileiro, no início de 2005, pela Olpc, a organização aguarda reunir, pelo menos, cinco pedidos de um milhão de unidades, podendo ser de um ou mais países.
Para Roseli de Deus Lopes, coordenadora da avaliação feita pela USP, sobre a tecnologia que será usada e sobre as placas-mãe, cedidas pelo MIT, avaliando tecnologia, viabilidade econômica e potencialidade pedagógica, mesmo que o governo não faça acordo com a Olpc, a ação permitirá a educadores e pesquisadores brasileiros grandes possibilidades em pesquisa e desenvolvimento.
- O projeto tem caráter de inovação tecnológica, mas ele é basicamente pedagógico. Agora, independentemente do Brasil aceitar a proposta, a Olpc não irá começar a produção industrial dos notebooks antes de maio de 2007- ressaltou Aquino.
Uma das principais características desse computador é seu sistema de conexão sem fio, denominado Mesh. De acordo com avaliação da USP, basta que um computador esteja conectado à Internet para que todos demais aparelhos com mesma tecnologia localizados a uma distância mínima também tenham acesso ao conteúdo online, formando uma rede.
Como sistema operacional, os computadores usarão um programa de software livre com linguagem Linux, sem custos de direitos autorais. As equipes que avaliam a placa-mãe estudam as possibilidades de desenvolvimento de softwares específicos para uso no Brasil.

Falta de tecnologia veta fabricação no Brasil

O aparelho apresenta diferença no desempenho se comparado a computadores portáteis convencionais, mas é inegável, segundo Roseli, a oportunidade de inclusão digital entre os estudantes brasileiros. Quanto à produção no Brasil, a pesquisadora avaliou que o Brasil não apresenta parque tecnológico para produzir os notebooks com os mesmos custos.
Uma outra ação de inclusão digital, mais abrangente, do Governo Federal, o Projeto Cidadão Conectado - Computador para Todos, iniciado em 2003, prevê possibilitar a população que não tem acesso ao computador possa adquirir um equipamento de qualidade, com sistema operacional e aplicativos em software livre, que atendam ao máximo às demandas de usuários, além de permitir acesso à internet.
Para a compra do equipamento, o Governo Federal disponibilizará linhas de financiamento mais vantajosas. Serão concedidas condições especiais para os computadores credenciados no projeto Computador para Todos. Atualmente existem duas linhas de crédito aprovadas, uma do Fundo de Amparo ao Trabalhado (FAT), operada pelos bancos públicos, e outra pelo BNDES.
O Projeto não apenas disponibilizará o acesso às tecnologias, como também permitirá que toda uma cadeia produtiva venha a ser reforçada no Brasil, inibindo a ação do mercado “cinza”, que não paga impostos nem contrata mão-de-obra com garantias trabalhistas.

POVO FALA
. Fabiana da Silva, 13 anos, estudante do Colégio Estadual João Goulart “Seria legal porquê iria ajudar na educação. Eu tenho um computador, mas todo mundo tem que ter noção.”


. Simone de Oliveira, 28 anos, mãe de um estudante do Colégio Municipal Lins de Vasconcelos
“Meu filho vai aprender, porquê não tenho condições de comprar. Se no colégio tiver, já fico satisfeita.”


. Rosilene dos Santos, 32 anos, mão de dois estudantes do Colégio Estadual Duque de Caxias

“Se isso for verdade vai ser muito bom. Para qualquer emprego pedem informática. Nós não temos condições, então a escola ajuda.

O esporte se rende à tecnologia

Guilherme Romano Torres

Um dos meios mais conservadores e menos afeitos a mudanças radicais em seusregulamentos, o esporte começa a ver com bons olhos o uso da tecnologia para auxiliar no cumprimento de suas regras. Em diversas modalidades estão sendodesenvolvidas formas de auxílio ao árbitro na marcação de lances duvidosos.Uma das inovações mais significativas dos últimos anos ocorreu no tênis.Se antes o árbitro definia a olho nu se uma bola que toca o solo próximoà linha foi dentro ou fora, hoje ele pode ser questionado em sua determinação.Por regra instituída em março deste ano, cada jogador pode pedir que doislances duvidosos a cada set sejam reavaliados pelo árbitro, após exibiçãode replay no telão da arena. Caso as imagens mostrem que o juiz errou, amarcação é corrigida.
O vôlei também estuda uma forma de minimizar os erros de arbitragem, facilitandoa vida dos árbitros. Através de um chip inserido nas bolas, o juiz saberáse ela tocou o chão dentro ou fora da quadra. Ainda há alguns ajustes a seremfeitos na forma de transmissão da informação ao árbitro. Não se definiu seseria através de um sinal sonoro ou por meio de lâmpadas, que acenderiam,alertando o árbitro. Outra questão a ser aperfeiçoada é em relação à bateriaque seria utilizada no chip.
O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Ary Graça Filho,anunciou que a "bola inteligente" será utilizada no Brasil ainda em 2006e considera que minimizar os erros de arbitragem é fator fundamental na credibilidadedo esporte.

— A discussão se valeu ou não um ponto era muito boa na época dos poetas.Hoje você não pode admitir que um investimento de quatro anos de um cicloolímpico seja prejudicado por um erro de arbitragem — justifica.
Até mesmo o futebol, tão tradicional em suas regras e que não admite a utilizaçãode imagens de televisão em lances duvidosos, projeta sua maneira de diminuiros erros. O modelo é similar ao do vôlei: uma bola que enviaria ao árbitroum sinal quando ultrapasse a linha de gol. A bola foi utilizada no Mundialsub-17, disputado em setembro de 2005, mas como o sistema ainda precisavaser mais bem desenvolvido não foi utilizado na Copa da Alemanha.

— Ainda estamos desenvolvendo o sistema de rastreamento e quando estivermosconvencidos de que é 100% infalível, 100% perfeita, aí será o momento deela ser usada — diz Thomas van Schaik, porta-voz da Adidas, empresa de materialesportivo que está desenvolvendo o
projeto.

Outras inovações já podem ser vistas nos campos de futebol. O
árbitro utiliza um comunicador e fica em contato, por meio de rádio, com seus auxiliares,facilitando a decisão em lances nos quais eles estejam mais bem posicionados.No entanto, o presidente da Fifa, entidade máxima do futebol mundial, descartagrandes acréscimos no aspecto tecnológico ao esporte.

— Esta tecnologia para a linha do gol é suficiente. O futebol deve manterseu caráter humano e deve aceitar erros. Se nós começarmos a fazer um jogo muito científico, ele perderá sua fascinação — diz o suíço Joseph Blatter.

VIJA O LINK: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG69331-6014-357,00.html